
Estava em frente a uma mesa verde quando senti meu corpo ceder e meus olhos pesarem. Lembro-me de sentar no chão e depois acordar em um gramado florido.
Tudo era colorido e parecia mover-se com a brisa azul que soprava. Tão azul quanto o céu. Tudo, ao mover-se, deixava borrões para trás. Pequenos pontos coloridos que eu ainda via mesmo quando fechava os olhos.
Estava claro mas eu sabia que era tarde. Precisava estar em casa antes que os ponteiros do relógio se encontrassem.
Grandes cabeças de abóboras sorridentes falavam comigo de onde estavam, espalhadas no chão, me indicando a direção de um buraco escuro onde um pequeno traseiro branco acabava de desaparecer.
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